um mantra (não custa tentar):
"paixonites agúdas não combinam comigo."
"odeio te encontrar."
"você é tudo que uma mulher odeia, em um homem só."
"sou super madura em relação aos meus sentimentos"
ooooohhhhmmmm
ooooohhhhmmmm
ooooohhhhmmmm
quarta-feira, 30 de julho de 2008
quarta-feira, 25 de junho de 2008
sorria, vc está na Bahia.
há umas 2 ou 3 semanas, parei pra arrumar todas minhas fotos.
todas mesmo. desde pitica até os dias atuais.
em algumas delas, perdi mais tempo do que em outras.
e uma das épocas que perdi algumas horas, foi a do meu colegial.
lembrei com mta saudade daquilo tudo.
sim! é uma época boa de se lembrar. por todas as bobagens, todas as risadas, todos os amigos que fiz naquela época.... mas lembrei com mais carinho (e abri bons sorrisos) lembrando da minha viagem de formatura....
foi assim:
Porto Seguro, setembro de 2002.
o nosso quarto já tava formado. 4 pessoas. 4 meninas, claro.
eu, a 'melhor amiga estressada' , a 'bonitona-palhaça' e a 'namorada'.
chegamos lá e em poucos minutos, a namorada decidiu que ia ficar no quarto do namorado, deixando uma cama livre no nosso quarto....
depois da primeira das sete noites de axé na minha cabeça, recebemos um novo membro no nosso quarto.
nenhuma de nós nunca tinha dado um 'oi' sequer pro cidadão.
era um cara alto, magelo, cabelo engraçado, aparentava ser mais velho que a gente, com cara de sujinho... mas com um sorrisão cativante.
ficamos com dó por ele ter sido expulso do quarto original dele, por causa de outra namorada que resolveu ficar com o respectivo namorado, e deixamos ele ficar com a gente.
e um pouco depois, já acomodados no quarto, descobrimos que demos a maior sorte de tê-lo ali com a gente.
no dia seguinte, pareciamos uma familia.
ele saía do quarto mais cedo e ia guardar a mesa pra gente tomar café da manhã juntos.
as vezes a gente se dispersava pelo hotel, mas logo nos encontrávamos, davamos um abração e contavamos o que tinhamos feito nos momentos longe.
eu e ele. ele e ela. ele e ela.
cada uma de nós criou uma laço especial com aquele cara esquisitão.
parecia que ele era apaixonado por todas nós. e cada uma de nós, por ele.
ele esperava a Bonitona se trocar, sempre atrasada.
ele acordava a Estressada às 6 da manhã pra ela tomar remédio.
ele me acompanhava qdo eu decidia sair do hotel pra ver o cair da tarde na praia.
acho que no 4º dia, estávamos numa balada linda. enorme.
estavamos todos dispersos nesse dia.
mas lembro que eu estava perdida, andando por aquela casa enorme e encontrei ele, sentado num degrau de uma escada isolada, chorando feito um bebê.
me aproximei, preocupada, perguntando o que tinha acontecido.
ele me abraçou forte. e soluçava de tanto chorar.
depois de uns minutos que ficamos assim, chegou a Estressada, estressada, perguntando onde a gente estava todo esse tempo. percebeu a situação e sentou ali. deu a mão pra nós dois e ficou quieta...
outros tantos minutos depois, chega a Bonitona, um pouco mais palhaça do que o normal, talvez com umas capirinhas extras na cabeça. mas tbm logo sentou perto e ficamos ali.... sem saber o que fazer.
Como e pq aquele nosso 'porto-seguro' estava desabando dessa maneira?
e então ele resolveu falar: "a gente se conhece tão pouco. vcs não sabem quase nada sobre mim. mas aqui a gente se achou. e ter encontrado vocês foi uma das melhores coisas da minha vida. to chorando, mas não de tristeza. mas pq não acho que mereço tudo isso pra mim, toda essa alegria que vc trouxeram pra mim..."
não preciso nem dizer o que aconteceu a seguir, né?! litros e litros de lágrimas naquele degrau.
no dia seguinte, não falamos sobre o assunto.
mas continuamos juntos até o final daquela viagem.
no dia que voltamos pra SP.nos dispersamos muito e não nos despedimos.
voltamos pro colégio.
mas a turma oficial dele não era a mesma da nossa.
ele era do andar de cima. e era da turma de publicidade.
eles sempre foram diferentes de nós, da administração.
e nos quase dois meses que se seguiram até nossa formatura, mal nos falamos...
no ultimo dia de aula, todas as turmas se reuniram pra tomar cerveja num bar, ali na Liberdade.
era tanta gente: todos de todos os cursos: adm, publicidade, comex, turismo, contabilidade....
mas ali no meio, nos encontramos.
ele nos abraçou e disse "vcs continuam sendo a melhor coisa que ganhei na vida até hoje", tomamos uma cerveja juntos e nos despedimos.
se passaram quase 6 anos, e eu tava lembrando de tudo isso, vendo aquelas fotos.
com uma pontinha de arrependimento por ter deixado uma amizade assim se perder no tempo.
mas no sábado, ele me achou.
me adicionou no orkut.
cara, que delícia.
tô tendo uma segunda chance com o meu possível 'melhor amigo da vida'.
todas mesmo. desde pitica até os dias atuais.
em algumas delas, perdi mais tempo do que em outras.
e uma das épocas que perdi algumas horas, foi a do meu colegial.
lembrei com mta saudade daquilo tudo.
sim! é uma época boa de se lembrar. por todas as bobagens, todas as risadas, todos os amigos que fiz naquela época.... mas lembrei com mais carinho (e abri bons sorrisos) lembrando da minha viagem de formatura....
foi assim:
Porto Seguro, setembro de 2002.
o nosso quarto já tava formado. 4 pessoas. 4 meninas, claro.
eu, a 'melhor amiga estressada' , a 'bonitona-palhaça' e a 'namorada'.
chegamos lá e em poucos minutos, a namorada decidiu que ia ficar no quarto do namorado, deixando uma cama livre no nosso quarto....
depois da primeira das sete noites de axé na minha cabeça, recebemos um novo membro no nosso quarto.
nenhuma de nós nunca tinha dado um 'oi' sequer pro cidadão.
era um cara alto, magelo, cabelo engraçado, aparentava ser mais velho que a gente, com cara de sujinho... mas com um sorrisão cativante.
ficamos com dó por ele ter sido expulso do quarto original dele, por causa de outra namorada que resolveu ficar com o respectivo namorado, e deixamos ele ficar com a gente.
e um pouco depois, já acomodados no quarto, descobrimos que demos a maior sorte de tê-lo ali com a gente.
no dia seguinte, pareciamos uma familia.
ele saía do quarto mais cedo e ia guardar a mesa pra gente tomar café da manhã juntos.
as vezes a gente se dispersava pelo hotel, mas logo nos encontrávamos, davamos um abração e contavamos o que tinhamos feito nos momentos longe.
eu e ele. ele e ela. ele e ela.
cada uma de nós criou uma laço especial com aquele cara esquisitão.
parecia que ele era apaixonado por todas nós. e cada uma de nós, por ele.
ele esperava a Bonitona se trocar, sempre atrasada.
ele acordava a Estressada às 6 da manhã pra ela tomar remédio.
ele me acompanhava qdo eu decidia sair do hotel pra ver o cair da tarde na praia.
acho que no 4º dia, estávamos numa balada linda. enorme.
estavamos todos dispersos nesse dia.
mas lembro que eu estava perdida, andando por aquela casa enorme e encontrei ele, sentado num degrau de uma escada isolada, chorando feito um bebê.
me aproximei, preocupada, perguntando o que tinha acontecido.
ele me abraçou forte. e soluçava de tanto chorar.
depois de uns minutos que ficamos assim, chegou a Estressada, estressada, perguntando onde a gente estava todo esse tempo. percebeu a situação e sentou ali. deu a mão pra nós dois e ficou quieta...
outros tantos minutos depois, chega a Bonitona, um pouco mais palhaça do que o normal, talvez com umas capirinhas extras na cabeça. mas tbm logo sentou perto e ficamos ali.... sem saber o que fazer.
Como e pq aquele nosso 'porto-seguro' estava desabando dessa maneira?
e então ele resolveu falar: "a gente se conhece tão pouco. vcs não sabem quase nada sobre mim. mas aqui a gente se achou. e ter encontrado vocês foi uma das melhores coisas da minha vida. to chorando, mas não de tristeza. mas pq não acho que mereço tudo isso pra mim, toda essa alegria que vc trouxeram pra mim..."
não preciso nem dizer o que aconteceu a seguir, né?! litros e litros de lágrimas naquele degrau.
no dia seguinte, não falamos sobre o assunto.
mas continuamos juntos até o final daquela viagem.
no dia que voltamos pra SP.nos dispersamos muito e não nos despedimos.
voltamos pro colégio.
mas a turma oficial dele não era a mesma da nossa.
ele era do andar de cima. e era da turma de publicidade.
eles sempre foram diferentes de nós, da administração.
e nos quase dois meses que se seguiram até nossa formatura, mal nos falamos...
no ultimo dia de aula, todas as turmas se reuniram pra tomar cerveja num bar, ali na Liberdade.
era tanta gente: todos de todos os cursos: adm, publicidade, comex, turismo, contabilidade....
mas ali no meio, nos encontramos.
ele nos abraçou e disse "vcs continuam sendo a melhor coisa que ganhei na vida até hoje", tomamos uma cerveja juntos e nos despedimos.
se passaram quase 6 anos, e eu tava lembrando de tudo isso, vendo aquelas fotos.
com uma pontinha de arrependimento por ter deixado uma amizade assim se perder no tempo.
mas no sábado, ele me achou.
me adicionou no orkut.
cara, que delícia.
tô tendo uma segunda chance com o meu possível 'melhor amigo da vida'.
domingo, 25 de maio de 2008
comer, rezar, amar
"... e essa nova experiência estava provocando o início de uma mudança interna. Eu começava a sentir que - embora minha vida ainda parecesse um acidente com vários veículos em alguma estrada movimentada durante um feriado nacional - estava prestes a me tornar uma pessoa capaz de administrar a si mesma"
pedacinho do livro: comer, rezar, amar (Elizabeth Gilbert).
a distração que eu tava precisando.
pedacinho do livro: comer, rezar, amar (Elizabeth Gilbert).
a distração que eu tava precisando.
domingo, 18 de maio de 2008
fato.
tô precisando parar e reorganizar minha vida.
minhas atitudes ou não-atitudes.
meus ideais.
meus objetivos.
meus desejos.
...
minhas atitudes ou não-atitudes.
meus ideais.
meus objetivos.
meus desejos.
...
domingo, 11 de maio de 2008
noite de outono.
hoje tá frio. meus pés e minhas mãos estão congelando.
e eu queria que você tivesse aqui comigo.
você?! mas 'você' quem, mesmo?
a primeira pessoa que vem na minha cabeça, é você, Baby.
mas será que é isso mesmo?
será que foi tudo isso mesmo pra eu estar pensando tanto em você?
ou será que tudo isso é uma super-produção da minha cabeça fértil (e carente)?
pra não perder o costume, já estou pensando lááá na frente:
como seriam os seus atos. os meus. os nossos. a reação dos outros, enfim...
e não sei se é isso que eu gostaria pra mim. não sei mesmo.
porque na constante tentativa de organizar e mandar nos meus sentimentos, essa situação nunca foi algo viável.
mas por algum motivo ainda incompreensível, não consigo lembrar do seu sorriso sem abrir o meu instantaneamente...
mas aí, tem você.
você que perturbou os últimos meses do meu ano.
que fez com que houvessem guerras contantes entre 'o que eu quero' x 'o que eu sinto'.
que de repente, me veio com uma declaração surpresa. justo quando tudo já estava (ou ao menos parecia) muito bem controlado aqui dentro.
hoje suas ações não mudaram.
e apesar das suas palavras terem causado um efeito terremoto aqui, continuamos no mesmo lenga-lenga de meses atrás.
e isso me faz lembrar que na guerra, quem ganhou foi minha vontade.
mas não. ainda não acabou.
tem aquele. o que faz com que eu me sinta com 13 anos.
que não vejo há algum tempo, mas sinto saudades.
não sei exatamente do que sinto saudade. já que como boa menina-de-13-anos, vivo um amor platônico.
quando vc tá perto. fico sem fala. observo seus mínimos gestos. te admiro. imagino até como seriam possíveis filhos que teria com você. (a saber: eles falariam bem alto, gesticulariam um tanto, teriam cabelos enrolados e um nariz perfeitinho)
na lista em que tento organizar e sincronizar meus sentimentos e vontades, vc é o top-top.
mas esse, infelizmente, é só vontade.
concluo então que noites frias definitivamente não me ajudam a esclarecer nada.
quando volta o verão mesmo?
rolling stones - you can't always get what you whant
e eu queria que você tivesse aqui comigo.
você?! mas 'você' quem, mesmo?
a primeira pessoa que vem na minha cabeça, é você, Baby.
mas será que é isso mesmo?
será que foi tudo isso mesmo pra eu estar pensando tanto em você?
ou será que tudo isso é uma super-produção da minha cabeça fértil (e carente)?
pra não perder o costume, já estou pensando lááá na frente:
como seriam os seus atos. os meus. os nossos. a reação dos outros, enfim...
e não sei se é isso que eu gostaria pra mim. não sei mesmo.
porque na constante tentativa de organizar e mandar nos meus sentimentos, essa situação nunca foi algo viável.
mas por algum motivo ainda incompreensível, não consigo lembrar do seu sorriso sem abrir o meu instantaneamente...
mas aí, tem você.
você que perturbou os últimos meses do meu ano.
que fez com que houvessem guerras contantes entre 'o que eu quero' x 'o que eu sinto'.
que de repente, me veio com uma declaração surpresa. justo quando tudo já estava (ou ao menos parecia) muito bem controlado aqui dentro.
hoje suas ações não mudaram.
e apesar das suas palavras terem causado um efeito terremoto aqui, continuamos no mesmo lenga-lenga de meses atrás.
e isso me faz lembrar que na guerra, quem ganhou foi minha vontade.
mas não. ainda não acabou.
tem aquele. o que faz com que eu me sinta com 13 anos.
que não vejo há algum tempo, mas sinto saudades.
não sei exatamente do que sinto saudade. já que como boa menina-de-13-anos, vivo um amor platônico.
quando vc tá perto. fico sem fala. observo seus mínimos gestos. te admiro. imagino até como seriam possíveis filhos que teria com você. (a saber: eles falariam bem alto, gesticulariam um tanto, teriam cabelos enrolados e um nariz perfeitinho)
na lista em que tento organizar e sincronizar meus sentimentos e vontades, vc é o top-top.
mas esse, infelizmente, é só vontade.
concluo então que noites frias definitivamente não me ajudam a esclarecer nada.
quando volta o verão mesmo?
rolling stones - you can't always get what you whant
terça-feira, 22 de abril de 2008
terça-feira, 1 de abril de 2008
de ponta-cabeça
o mundo tá ao contrário e os efeitos se concentraram só em mim??
[no momento só tô conseguindo sentir os tais efeitos.
quando eu organizá-los a minha cabeça doida, prometo comantá-los.]
[no momento só tô conseguindo sentir os tais efeitos.
quando eu organizá-los a minha cabeça doida, prometo comantá-los.]
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