"... e essa nova experiência estava provocando o início de uma mudança interna. Eu começava a sentir que - embora minha vida ainda parecesse um acidente com vários veículos em alguma estrada movimentada durante um feriado nacional - estava prestes a me tornar uma pessoa capaz de administrar a si mesma"
pedacinho do livro: comer, rezar, amar (Elizabeth Gilbert).
a distração que eu tava precisando.
domingo, 25 de maio de 2008
domingo, 18 de maio de 2008
fato.
tô precisando parar e reorganizar minha vida.
minhas atitudes ou não-atitudes.
meus ideais.
meus objetivos.
meus desejos.
...
minhas atitudes ou não-atitudes.
meus ideais.
meus objetivos.
meus desejos.
...
domingo, 11 de maio de 2008
noite de outono.
hoje tá frio. meus pés e minhas mãos estão congelando.
e eu queria que você tivesse aqui comigo.
você?! mas 'você' quem, mesmo?
a primeira pessoa que vem na minha cabeça, é você, Baby.
mas será que é isso mesmo?
será que foi tudo isso mesmo pra eu estar pensando tanto em você?
ou será que tudo isso é uma super-produção da minha cabeça fértil (e carente)?
pra não perder o costume, já estou pensando lááá na frente:
como seriam os seus atos. os meus. os nossos. a reação dos outros, enfim...
e não sei se é isso que eu gostaria pra mim. não sei mesmo.
porque na constante tentativa de organizar e mandar nos meus sentimentos, essa situação nunca foi algo viável.
mas por algum motivo ainda incompreensível, não consigo lembrar do seu sorriso sem abrir o meu instantaneamente...
mas aí, tem você.
você que perturbou os últimos meses do meu ano.
que fez com que houvessem guerras contantes entre 'o que eu quero' x 'o que eu sinto'.
que de repente, me veio com uma declaração surpresa. justo quando tudo já estava (ou ao menos parecia) muito bem controlado aqui dentro.
hoje suas ações não mudaram.
e apesar das suas palavras terem causado um efeito terremoto aqui, continuamos no mesmo lenga-lenga de meses atrás.
e isso me faz lembrar que na guerra, quem ganhou foi minha vontade.
mas não. ainda não acabou.
tem aquele. o que faz com que eu me sinta com 13 anos.
que não vejo há algum tempo, mas sinto saudades.
não sei exatamente do que sinto saudade. já que como boa menina-de-13-anos, vivo um amor platônico.
quando vc tá perto. fico sem fala. observo seus mínimos gestos. te admiro. imagino até como seriam possíveis filhos que teria com você. (a saber: eles falariam bem alto, gesticulariam um tanto, teriam cabelos enrolados e um nariz perfeitinho)
na lista em que tento organizar e sincronizar meus sentimentos e vontades, vc é o top-top.
mas esse, infelizmente, é só vontade.
concluo então que noites frias definitivamente não me ajudam a esclarecer nada.
quando volta o verão mesmo?
rolling stones - you can't always get what you whant
e eu queria que você tivesse aqui comigo.
você?! mas 'você' quem, mesmo?
a primeira pessoa que vem na minha cabeça, é você, Baby.
mas será que é isso mesmo?
será que foi tudo isso mesmo pra eu estar pensando tanto em você?
ou será que tudo isso é uma super-produção da minha cabeça fértil (e carente)?
pra não perder o costume, já estou pensando lááá na frente:
como seriam os seus atos. os meus. os nossos. a reação dos outros, enfim...
e não sei se é isso que eu gostaria pra mim. não sei mesmo.
porque na constante tentativa de organizar e mandar nos meus sentimentos, essa situação nunca foi algo viável.
mas por algum motivo ainda incompreensível, não consigo lembrar do seu sorriso sem abrir o meu instantaneamente...
mas aí, tem você.
você que perturbou os últimos meses do meu ano.
que fez com que houvessem guerras contantes entre 'o que eu quero' x 'o que eu sinto'.
que de repente, me veio com uma declaração surpresa. justo quando tudo já estava (ou ao menos parecia) muito bem controlado aqui dentro.
hoje suas ações não mudaram.
e apesar das suas palavras terem causado um efeito terremoto aqui, continuamos no mesmo lenga-lenga de meses atrás.
e isso me faz lembrar que na guerra, quem ganhou foi minha vontade.
mas não. ainda não acabou.
tem aquele. o que faz com que eu me sinta com 13 anos.
que não vejo há algum tempo, mas sinto saudades.
não sei exatamente do que sinto saudade. já que como boa menina-de-13-anos, vivo um amor platônico.
quando vc tá perto. fico sem fala. observo seus mínimos gestos. te admiro. imagino até como seriam possíveis filhos que teria com você. (a saber: eles falariam bem alto, gesticulariam um tanto, teriam cabelos enrolados e um nariz perfeitinho)
na lista em que tento organizar e sincronizar meus sentimentos e vontades, vc é o top-top.
mas esse, infelizmente, é só vontade.
concluo então que noites frias definitivamente não me ajudam a esclarecer nada.
quando volta o verão mesmo?
rolling stones - you can't always get what you whant
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